5 dicas para “pensar fora da caixa”

Em uma sociedade VUCA (Volátil, Incerta, Complexa e Ambígua em tradução livre) a palavra de ordem no mercado é inovação. Mas, não é simples deixar o pensamento fluir para longe das ideias convencionais em uma rotina corrida onde as atitudes mecânicas soam mais atrativas. Diante deste cenário, a ausência de criatividade torna-se uma amiga íntima.

Por um acaso eu apresentei acima uma situação que lhe é familiar? Se a resposta para este questionamento for uma afirmativa, posso incentivá-lo a permanecer calmo. Afinal, o texto traz uma boa dica para aqueles que estão no meio de um bloqueio criativo: think outside the box!

O conceito nada mais é do que o ato de “pensar fora da caixa”. Ou seja, ir em busca de insights diferentes para solucionar os desafios da empresa. Trata-se de sair do senso comum e abrir-se para alternativas que nem sempre são encontradas no caminho padrão. Na prática, a iniciativa é ligada as áreas de Comunicação. Porém, qualquer profissional é capaz de se beneficiar de uma mente criativa (inclusive o designer instrucional).

Por este motivo, segue abaixo uma lista com cinco sugestões imprescindíveis para conseguir “pensar fora da caixa”. Não deixe de conferi-las!

Amplie o repertório

O cérebro humano está condicionado a resolver um problema pela saída segura. Então, a primeira opção que surge na mente é a que quase sempre se utiliza – o que não significa ser a mais criativa. Neste contexto, é fundamental ampliar o repertório mental.

Para que uma renovação de mindset aconteça, é necessário realizar tarefas que fujam do cotidiano como escutar a um estilo musical diferente, experimentar um prato novo na hora do almoço ou assistir a um filme que você nunca havia considerado ver antes. No fim, os pontos fora da cura serão os responsáveis por ativar partes inativas do cérebro que provocarão conexões inéditas.

Interaja

Uma atitude simples que contribui com a formulação de novas ideias, mas que em muitos momentos é esquecida ou descartada é a interação com os colegas de trabalho. Às vezes uma conversa rápida com as pessoas da organização, disponibiliza um conhecimento que pode agregar a solução do desafio. Portanto, alimente o hábito de ouvir e absorver outras opiniões. Lembre-se que duas cabeças pensam melhor do que uma.

Mergulhe no problema

É possível que a resolução para o desafio não apareça por conta da falta de entendimento completo do problema. Por exemplo, você pode achar que a falha está no procedimento de construção de uma solução de aprendizagem quando na verdade está no pós-treinamento em uma fase que se chama de suporte a performance. Logo, o ideal é compreender a situação com profundidade antes de começar destrinchá-la.

Planeje seções de brainstorming

A dinâmica de brainstorming é ter na empresa um espaço descontraído e sem julgamentos para pesquisar, discutir ideias e trocar experiências com a finalidade de elucidar problemas específicos ou apenas incentivar a criatividade entre a equipe. A prática frequente desta iniciativa resulta em soluções para desafios complexos.

Respire

Acredito que a última dica de respirar enquanto não se faz nada pode gerar um estranhamento. Mas, não deveria. Em um cotidiano marcado pelo bombardeio de informações, é indispensável reservar um período para arejar a mente. O comportamento diminui sensações como ansiedade e estresse. Por consequência, recarrega as energias.

Revolucionando o mercado de T&D

Revolucionar é o desejo de qualquer profissional no mercado. Para Flora Alves este movimento veio de forma natural quando ela passou a exercitar a atividade de “pensar fora da caixa” ao questionar a estrutura da construção de uma solução de aprendizagem e identificar uma brecha no processo. Em vez de refletir sobre as reais necessidades do aprendiz, os designers instrucionais tendem a priorizar os conteúdos que eles gostariam de transmitir embora essa escolha não seja 100% assertiva.  

A percepção levou Flora a desenvolver o Trahentem® com o intuito de otimizar a elaboração das ações de Treinamento & Desenvolvimento. O método auxilia designers instrucionais experientes ou iniciantes a descobrirem uma maneira ágil e segura para executar os processos de diagnóstico, seleção de conhecimentos e conteúdos ao posicionar o ser humano no centro dos procedimentos.

“A ferramenta funciona por meio dos canvas Di-Empatia, Di-Tarefas e Di-Ropes (usados de forma sequencial ou não) em paralelo ao uso de post-its®. Além de simplificar a construção da solução ao torná-la mais visual, a ideia também é dar uma característica colaborativa já que profissionais chaves da companhia podem contribuir com o projeto presencialmente ou à distância na plataforma virtual”.

Gostou da novidade? A metodologia pode ser lida na íntegra no best-seller Trahentem®: desenhar um treinamento nunca foi tão fácil. Para quem tem o interesse de saber mais informações, basta acessar: https://canvastrahentem.com/.

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