Conectando a Análise Organizacional com a Análise do Indivíduo

Custos organizacionais elevados ou em processo de elevação? Problemas de relacionamentos, conflitos, absenteísmo, alta rotatividade de pessoal? Baixo nível de qualidade dos produtos? Baixa competitividade no mercado? Dificuldade de crescimento e expansão? Se feito estas perguntas e as respostas forem SIM, está na hora de fazer uma análise organizacional, que consiste na identificação de problemas existentes em uma organização, de modo a encontrar as melhores ações para solucionar as falhas encontradas e, dessa maneira, garantir o crescimento contínuo da instituição.

A análise organizacional se conecta com a análise do colaborador, pois é realizado um diagnóstico completo dos processos que são executados dentro da empresa, com o objetivo de entender a performance de cada um, buscando identificar as áreas ou departamentos que têm os melhores desempenhos e os que não têm, para que assim seja possível enxergar as oportunidades de melhoria e elaborar as ações e estratégias eficientes e assertivas, no sentido de fazer com que a organização como um todo alcance os resultados que almeja. O processo da análise organizacional é composto por:

Diagnóstico – Esta etapa consiste em fazer um levantamento preliminar de informações e dados relacionados à empresa. O objetivo principal aqui é conhecer e identificar o problema enfrentado pela empresa, procurando entender o cenário atual em que ela se encontra e, assim, definir onde e como se deve atuar para eliminar o problema na raiz. Para isso, o ideal a se fazer é ouvir todos os envolvidos nos processos organizacionais, direcionando-lhes perguntas e questionamentos que lhes façam refletir sobre a empresa como um todo.

Solução – Esta etapa consiste em trazer alternativas de soluções para lidar com os problemas levantados no diagnóstico, sendo estas modeladas de acordo com modelos conceituais preexistentes. Nesta etapa também é de suma importância realizar uma validação, podendo esta ser implementada em um departamento ou uma área, escolhida inicialmente como piloto, e, dando certo nela, o modelo pode ser replicado para as demais.

Implementação – Este é o momento em que as soluções definidas para lidar com os problemas encontrados na empresa são realmente implementados. Para isso, são utilizadas as metodologias determinadas pelos envolvidos na análise organizacional, que contribuem para que as soluções sejam realmente implementadas.

Treinamento – Para finalizar o processo de realização da análise organizacional a quarta etapa diz respeito à necessidade de oferecer treinamentos, tanto para os colaboradores da empresa, quanto para clientes, parceiros e demais stakeholders, mostrando tudo o que foi realizado, as mudanças que foram implementadas e o impacto que isso vai trazer para a realidade de cada um a partir de agora.

O Trahentem DI-Empatia e a Processo de Diagnóstico

Quando fazemos um processo de Levantamento de Necessidade de Treinamento, quase inconscientemente estamos em busca de problemas para os quais a solução está relacionada à aprendizagem. A Pinnacle Performance Partners propõe uma análise que amplia o entendimento desse levantamento:

Análise Organizacional + Análise de Performance + Análise de quem performa = Treinamento necessário

Esta análise organizacional deve nos levar ao entendimento dos resultados que a empresa busca atingir em termos de performance, e esta, por sua vez, está diretamente relacionada às tarefas, ou seja, ao processo por meio do qual esta performance ocorre. Enquanto o diagnóstico busca identificar o que se quer atingir por meio desta solução de aprendizagem, a estratégia de avaliação deve descobrir se os resultados esperados foram alcançados.

O Canvas DI-Empatia presente na ferramenta Trahentem conecta a análise organizacional à análise do indivíduo, pois ele investiga o que se quer alcançar enquanto organização ao mesmo tempo que faz um exercício de empatia com o indivíduo que precisa realizar tarefas para que este resultado seja alcançado.

Para Flora Alves, idealizadora da ferramenta Trahentem e especialista em aprendizagem corporativa, o uso do Canvas Di-Empatia identifica de que maneira a performance do indivíduo se encaixa nos objetivos da organização. “A performance esperada vai permitir que se descubra quais são os padrões requeridos na execução das tarefas e compará-las com a atual entrega das pessoas. O exercício da empatia vai ajudá-lo a descobrir quais as dificuldades para a performance ou execução das tarefas e assim identificar quais são as tarefas que precisam ser aprendidas ou aprimoradas. Ao reconhecer o objetivo organizacional a ser impactado e o padrão de performance esperado, já se tem condições de definir como vai medir o resultado”, finaliza.

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